sábado, maio 05, 2007
da chegada do amor...
Sempre quis um amor que falasse
que soubesse o que sentisse.
Sempre quis um amor que elaborasse
Que quando dormisseressonasse confiançano sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.
Sempre quis um amor

que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho quanto a sabedoria do sabedor.
Sempre quis um amor cujo BOM DIA!

morasse na eternidade de encadear os tempos:passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexado pano de fundo dos seres
não assustasse.Sempre quis um amorque não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.Sempre quis uma amorque não se chateasse
diante das diferenças.
Agora, diante da encomenda

metade de mim rasga afoitao embrulho
e a outra metade é o futuro de saber o segredo
que enrola o laço,é observaro desenho do invólucro e compará-lo
com a calma da alma o seu conteúdo.
Contudosempre quis um amor
que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.
Sempre quis um amor
que acontecesse sem esforço
sem medo da inspiração por ele acabar.
Sempre quis um amor
de abafar,(não o caso)mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente nas nossas mãos.
Sem senãos.
Sempre quis um amor com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não à constituição dos séculos
que diz que o "garantido" amor é a sua negação.
Sempre quis um amor que gozassee que pouco antes
de chegar a esse céu se anunciasse.
Sempre quis um amor

que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis um amor que amasse.


Acho q encontrei né..rsss
rafaaaa te amooo!
 
posted by Anjo at 6:21 AM | Permalink |


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